5 cantores que desafinaram em 2016
- 1 de jan. de 2017
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Eu sei que 2016 finalmente já acabou! Contudo, vale muito a pena se lembrar daquilo que, digamos, não foi tão bom no mundo da música. Cantar não é nada fácil. Depende de talento, técnica, ensaio e acredite: fator psicológico. Não é porque aquele cantor é uma celebridade cheia de fãs, que ele não vai sentir um frio na barriga antes de se apresentar para milhões de pessoas ou um grupo de jurados exigentes. Nervosismo e tensão, para um artista da voz, é um verdadeiro desafio, afinal as cordas vocais são incríveis termômetros emocionais. Bastou um frio na barriga e uma falta de controle que aparece o pigarro, a voz falhada ou a saliva grossa, que para a articulação é um problema. Antes de cantar, nada como uma boa inalação com soro, uma maçã para abrir a articulação, aquecimento vocal e autoconfiança. Pois é, em 2016, teve gente que tentou, mas não conseguiu.
Zezé Di Camargo: Zezé sempre adorou mostrar as veias do pescoço enquanto cantava. Porém, ele se esqueceu que isso machucaria suas cordas vocais e que cantar não deve ter um esforço além do necessário. O tempo passou e bimba: sua voz está rachada, provavelmente cheia de nódulos. Em apresentação no Multishow, em maio, foi complicado. Ele não atingiu as notas várias vezes e causou desconforto até na banda.
Adele: Adele é um poço de carisma e talento. Ela tem presença de palco, técnica e dedicação, porém em apresentação no Grammy 2016, o nervosismo falou mais alto e fez a cantora mostrar que ninguém é perfeito. Por ser muito bem resolvida, Adele admitiu o fracasso, o atribuindo ao nervosismo e a problemas com seu retorno.
Sam Smith: O cara é bom, mas não chegou em sua melhor performance no Oscar 2016. No refrão de "Writing’s On the Wall", sua voz falhou bastante. Cara de pau, fez o que tem que ser feito: fingiu que nada aconteceu. Professores de canto atribuem o erro ao, de novo, nervosismo. Talvez ele tenha colocado muito volume em um momento que precisaria mais de fôlego e controle vocal.
Edu Falaschi: O cantor causou espanto para alguns fãs. Enquanto cantava "Carry On", se empolgou tanto, mas tanto, que a música virou um diálogo. Não houve musicalidade nenhuma. O cara até desistiu. Membros da plateia chegaram a chamá-lo de assassino.
Paula Fernandez: Ela aceitou cantar com nada mais, nada menos que Andrea Bocelli. Começou a fazer bonito no início do dueto, mas o medo de desafinar a deixou inerte. A mulher simplesmente parou de cantar, virou uma estátua. Vexame! Como a gente adora criticar e comparar, muita gente elogiou a Sandy, que, com apenas 15 anos, já cantava ao vivo com o mito. Como eu disse, o emocional conta muito.
Bem, é isso, galera. Como será a música em 2017? Será que ano que vem sua banda vai estar aqui? Eu espero que não. Dedicação e autoestima, hein? Sucesso!

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